Sábado, 04 de Julho de 2009

Benefícios da Actividade Vulcânica


A actividade vulcânica pode originar catástrofes naturais. A violência de algumas erupções vulcânicas ao longo da História matou milhares de pessoas e modificou a composição atmosférica e o clima por algum tempo. Os cientistas consideram que apenas uma única erupção vulcânica pode afectar todo o planeta, por isso tem sido desenvolvida tecnologia avançada que permita prever erupções vulcânicas, salvando a vida a milhares de pessoas.
Embora alguns vulcões possam ser muito destrutivos, as suas vertentes são escolhidas por muitas pessoas para aí habitarem. Uma das razões desta escolha são os solos férteis originados pelos depósitos vulcânicos, excelentes como campos de cultivo. Em algumas partes do Mundo, materiais valiosos como o ouro, o ferro, o enxofre e os diamantes têm origem na actividade vulcânica, levando ao aparecimento de aglomerados populacionais nesses lugares.
Nos Açores e na Islândia, as rochas vulcânicas perto da superfície atingem temperaturas tão elevadas que a água que as atravessa pode ser usada para aquecimento de casas e estufas ou mesmo para a produção de energia eléctrica.
As áreas vulcânicas oferecem paisagens espectaculares, atraindo excursões de visitantes aos géiseres, fontes termais, fumarolas e às encostas dos vulcões, funcionando assim como pólos turísticos que desenvolvem a região.


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 Tipos de Fossilização

 

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Atmosfera

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Vulcões- são aberturas naturais na Crusta Terrestre por onde são expelidos materiais gasosos, sólidos e líquidos .

 

 

Materiais gasosos- vapor de água, dióxido de carbono...

Materiais sólidos- Piroclastos (bombas, lapilli, cinzas)

 Materiais líquidos- Lava

 

aparelho vulcânico

 

 

Tipos de

 

erupções

Havaiano

Estromboliano

   Vulcaniano

 Peleano

Natureza da erupção

Efusiva

Efusiva com    pequenas explosões (mista)

Explosiva

  Catastrófica

Viscosidade da lava

Muito fluida Fluida Pouco viscosa Muito viscosa

Conteúdo em gases

Muito pobre

Pobre Rico Muito rico
Teor em água Muito elevado Elevado Baixo Muito baixo
Materiais sólidos e líquidos Rios de lava, escoadas longas, sem piroclastos Escoadas curtas, lapilli e bombas Escoadas muito curtas, cinzas, lapilli e bombas Doma ou agulha vulcânica, nuvem ardente

Aparelho Vulcânico

havaiano.gif (33832 bytes)

estromboliano.gif (56570 bytes)

vulcaniano.gif (70024 bytes)

peleano.gif (41286 bytes)

Esquemas de aparelhos vulcânicos característicos dos diversos tipos de erupções vulcânicas

rios_lava_Kilauea_Havai.jpg (22435 bytes)

 estrombolianoreal.gif (46537 bytes)

 pinatubo_filipinas.jpg (16120 bytes)

agulha.gif (53376 bytes)

 Imagens reais de aparelhos vulcânicos característicos dos diversos tipos de erupções vulcânicas

 

Escoadas- Extensões de lava ao longo dos terrenos envolvente do vulcão.

Nuvem ardente- grande quantidade de gases e poeiras, libertados por um vulcão, com elevadas temperaturas.

 

Vulcanismo secundário, atenuado ou residual 

- fenómenos vulcânicos que ocorrem entre erupções 

                                                                                          vulcânicas ou  após uma erupção vulcânica.

Tipo de

actividade

Substância emitida

Estado físico da substância emitida

Temperatura

(ºC)

Actividade fumarólica.

1- Fumarola quentefumarolas_islandia.jpg (10832 bytes)

 Compostos ricos em ácido clorídrico

Gasoso

Elevada (900)

2- Sulfatarasulfataras.jpg (18662 bytes)

Compostos ricos em enxofre

Gasoso

Elevada (100-300)

3- Mofeta

Compostos ricos em dióxido de carbono

Gasoso

Elevada (100)

4- Géiser

geisere.jpg (14189 bytes)

Água

Líquido (jactos intermitentes)

Elevada

5- Nascente termal/ Fonte termal

fontetermal.gif (39320 bytes)

Água rica em sais minerais

Líquido

Por vezes elevada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Epicentro- local da superfície terrestre, situado na vertical do hipocentro (Figura 1 e 2), onde se verifica maior intensidade do sismo.

 

Causas dos Sismos:

1- Fracturação e

deslizamento das rochas;

2- Movimento do magma no interior

da Terra e erupções vulcânicas explosivas;                 

3- Abatimento de terrenos.                                                                                               

Como se detectam e registam as ondas sísmicas?

Sismógrafo- aparelho que detecta e regista as vibrações sísmicas.

    

Os registos efectuados são chamados sismogramas

 

 

 

 

 

tremores de terra?

 

 

Apesar dos inúmeros riscos a que ficam sujeitas as pessoas que vivem em regiões vulcânicas também há algumas vantagens:

    - Os solos são muito férteis e bons para a agricultura, desde que exista água;

    - São regiões normalmente turísticas, podendo este facto constituir  uma fonte de rendimento.

 

  

Um sismo pode ser avaliado usando uma escala de intensidade (Escala de Mercalli e Sieberg) ou uma escala de magnitude (Escala de Richter) (Tabela I e II).

    A intensidade de um sismo num determinado local, avalia-se por entrevista às populações e pela verificação, no local, por técnicos especializados das declarações dos inquiridos.

 

Tabela I- Escala de Mercalli-Sieberg Modificada (INTENSIDADE de um sismo)

Cataclismo XII mercallidez.gif (17370 bytes) Grande pânico. Destruição total. Terreno ondula. Objectos voam.
Catastrófico XI mercallis.gif (18734 bytes) Pânico. Poucas estruturas resistem. Largas fendas nos terrenos.
Destruidor X mercalli8.gif (16334 bytes) Pânico. Só os melhores edifícios se mantêm. Fundações arruinadas. Os carris dobram. O chão é fortemente afectado. Grandes deslizamentos.
Desastroso IX mercalli7.gif (33990 bytes) Pânico. Destruição total das estruturas frágeis. danos importantes nas grandes construções. Fundações afectadas. Canalizações estoiradas. Fissuras nos terrenos.
Ruinoso VIII mercalli6.gif (47007 bytes) Alarme geral. Toda a gente foge. As estruturas frágeis são fortemente atingidas e as principais ligeiramente; queda de monumentos; mobília pesada virada.
Muito forte VII mercalli5.gif (20585 bytes)  Muitas pessoas fogem alarmadas. Os edifícios de estrutura fraca são danificados. É sentido pelas pessoas que se encontram no interior de carros em movimento.

 

Bastante forte VI mercalli4.gif (30072 bytes) Sentido por todos. Chaminés caem, a mobília desloca-se.
Forte V mercalli3.gif (23072 bytes) Sentido pela maioria das pessoas. O estuque cai, partem-se pratos e vidros de janelas.
Medíocre IV mercalli2.gif (24036 bytes) Algumas pessoas acordam, vibração de pratos e janelas (sensação de camião a chocar com edifício).
Fraco III Vibração semelhante à de um camião. Os carros parados deslocam-se.
Muito fraco II

 

Sensível para certas pessoas. Os objectos suspensos oscilam.

Imperceptível I Detectado só pelos instrumentos

 

Tabela II- Escala de Richter (MAGNITUDE de um sismo)

 8 e > Desastre em larga escala

7-7,9 Queda de pontes e barragens
6-6,9 Fendas no chão, queda de edifícios
5-5,9 Queda de mobiliário
4-4,9 Vidros partidos
3-3,9 Sentido pela maioria das pessoas
2-2,9 Sentido por algumas pessoas     
1-1,9 Sentido apenas pelos sismógrafos

 

Fig.3 Carta de isossistas do sismo de Benavente

Isossistas- são linhas que unem pontos de igual intensidade de um sismo (Figura 3). As isossistas (linhas a vermelho, figura 3) são estabelecidas a partir do epicentro, diminuindo a intensidade do sismo à medida que nos afastamos do epicentro (localizou-se próximo de Benavente). 

Fig.4 Arquipélago dos Açores (região vulcânica e sísmica)

Fontes e Formas de Energia

 

Tudo o que nos rodeia possui energia.

 

Há duas formas de energia: energia cinética e energia potencial.

 

 

 

 

(Vulcão Kilauea - Hawai)

 

Sismo de 9.0 em Sumatra

 

 

Tipos de erupções vulcânicas

vulcao
Erupção explosiva:
- lava viscosa rica, em gases;
- cones vulcânicos com declives acentuados;
- emissão de gases e piroclastos, libertação de lava;
- escoadas curtas;
- ex.º: Monte de Stª Helena (EUA)
 
 
 
 
Erupção efusiva:
- lava fluida, pobre em gases;
- cones vulcânicos com declives suaves;
- não há emissão de piroclastos nem formação de nuvens ardentes;
- escoadas longas (formação de rios de lava);
- ex.º: Kilauea (Havai)
eruption1.jpg
 
 
 
Erupção mista:
- verifica-se uma alternância de camadas de piroclastos e de lava solificada.
- Ex.º: Etna (Itália)
Spectacular View of Etna from the International Space Station
 
 
 
 
Quadro resumo
Carácter da erupção Explosiva a Catastrófica Mista Efusiva
Tipo de erupção Peleano Estromboliano Havaiano
Quantidade de gases Muito rico Intermédio Muito pobre
Materiais Domas ou agulhas, nuvens ardentes Lapilli, bombas, escoadas Rios de lava
Viscosidade Grande Média Pequena

 

 
Distribuição mundial dos vulcões
 
 
 
 
Sinais precursores da actividade vulcânica
- Sismos
 
- Abaulamento do cone vulcânico
Fotografia: Modelo de interior de cone vulcânico
 
- Emissão de fumos / gases
 
- Emissões hidrotermais
 
- Libertação de óxidos de enxofre (SO2)
 
 
 
Manifestações de vulcanismo secundário
 
Fumarolas, mofetas e sulfataras
(do latim fumus, fumo) é uma abertura na superfície da crosta da Terra,
em geral situada nas proximidades de um vulcão,
que emite vapor de água e gases, tais como:
dióxido de carbono (mofeta) ou dióxido de enxofre (sulfatara),

 
&
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Ciências 7º Ano

 

Thermometer on wood - Click image to download.

 

 

Questões online sobre História da Terra

Vê se sabes...

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Fósseis 1 » Fósseis 2  » Fósseis 3 » Fósseis 4 »
Fossilização 1 » Fossilização 2 » Estrutura da Terra » Deriva Continental »
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Sismos 2 »    

 

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Quinta-feira, 05 de Março de 2009



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Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA)

 

Teoria Geocêntrica e Heliocêntrica

   

http://profs.ccems.pt/PauloPortugal/CFQ/Geocentrismo_Heliocentrismo/Geocentrismo_Heliocentrismo.html

http://uniterra.no.sapo.pt/geocentre.htm

 

 

Métodos de estudo do interior da geosfera

Resumo

 

A Terra como um Sistema

A Terra como um Sistema (apresentação powerpoint em formato pdf)

 

 

A Terra conta a sua história

 

 

 

Os Fósseis

 

      

 

 

 

 

Poster para identificação de fósseis

 

Processo de formação de um fóssil

 

Resumo para estudar

 

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http://fossil.uc.pt/

 

 

 

 

 

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    Fósseis

    Resumo

     

     

     

     

     

     

     

    Estrutura Interna da Terra

     

     

     

     

    É difícil estudar a estrutura interna da Terra unicamente através da observação directa. Até hoje o Homem conseguiu fazer observações directas até cerca de 7 km de profundidade em minas de diamantes da África do Sul, e em furos de sondagens que atingiram apenas os 12 km.

      Para conhecimento do interior da Terra é preciso efectuar muitas observações e consequentes estudos. Sabe-se que a Terra tem, em média, 6.400 Km de raio e, portanto, um estudo directo não poderá ir além de pequenas profundidades. De facto, para além das milhares de sondagens que se tem feito para prospecção de jazigos de petróleo e outros minerais as quais não excedem geralmente a profundidade de 2.500 metros (quando ultrapassam esta profundidade dizem-se ultraprofundas e não ultrapassam os 9.000 metros), efectuaram-se algumas sondagens ultraprofundas com o objectivo de se conhecer a constituição do interior da Terra. Contudo, a perfuração mais profunda atingiu a profundidade de 12.023 metros, realizada, em 1984, na Península de Kola (ex-URSS), o que corresponde a 0,19% do raio da Terra. A perfuração de poços de grande profundidade permite que se realizem importantes investigações no domínio da petrologia, paleontologia, geoquímica e geofísica. As minas que se destinam à exploração de recursos minerais não excedem os 4 Km de profundidade.


     

    Diagrama mostrando os principais métodos de estudo para a compreensão da estrutura interna da Terra.

     

    O estudo aprofundado dos afloramentos rochosos à superfície são de grande importância para o conhecimento da estrutura interna da Terra. Algumas rochas que têm a sua origem em profundidade podem aflorar à superfície. Para isso é necessário que sejam submetidas a forças que as façam ascender e, posteriormente, sejam postas a descoberto pela erosão. O vulcanismo, no seu sentido limitado, é um fenómeno superficial, pois os produtos emitidos na superfície e a formação do aparelho vulcânico podem ser observadas directamente. Mas as causas do vulcanismo são de origem profunda. A matéria fundida (magma) que alimenta os vulcões forma-se no interior da Terra em consequência de perturbações do equilíbrio normal.

    Para as zonas que ultrapassam os processos de observação directa, há que recorrer a outros métodos, chamados indirectos, como por exemplo o magnetismo, a sismicidade, o estudo dos meteoritos e a astrogeologia, a fim de conhecer o que se passa naquelas zonas do nosso planeta. Nas páginas seguintes, a título de exemplo, tentaremos dar uma ideia do contributo da Sismologia para o conhecimento do interior da Terra.

     

    Modelos do interior da Terra

     

    Modelo Químico

     

    Crosta

    A crosta continental é constituída essencialmente por granitos e tem, em média, 35 km de espessura, podendo atingir os 70 km em zonas de cadeias de montanhas. A crosta oceânica é constituída essencialmente por basaltos e tem cerca de 8 km de espessura.

    Manto Estende-se desde a base da crosta até aos cerca de 2900 km de profundidade. É formada por rochas muito densas, ricas em ferro e magnésio, como o peridotito.
    Núcleo

    É a zona central da Terra. Estende-se até ao centro da Terra, aos 6370 km de profundidade. É constituído por ferro e níquel.

    Modelo Físico

    Litosfera

    Engloba a crosta e o topo do manto;

    A sua espessura varia entre os 100 (litosfera oceânica) e os 150 km (litosfera continental);

    É constituída por materiais sólidos e rígidos.

    Astenosfera Estende-se desde a base da litosfera até a uma profundidade ainda discutível pelos cientistas (entre os 350 e os 670 km);

    É constituída por materiais sólidos, mas mais pastosos que os da litosfera, portanto, mais plásticos e deformáveis.

    Mesosfera Situa-se entre a astenosfera e os cerca de 2900 km de profundidade, sendo constituída por materiais rígidos.
    Núcleo externo Situa-se entre a mesosfera e os cerca de 5150 km de profundidade, sendo constituído por materiais líquidos
    Núcleo interno Estende-se até ao centro da Terra (6370 km de profundidade) e é constituído por materiais sólidos.

    http://egeo.ineti.pt/edicoes_online/diversos/guiao_tectonica_placas/texto.htm

     

    Exercícios on-line sobre este temaaqui , aqui 

     

     

    terraestr1.gif

     

    Este quadro é um exemplo da divisão em andares, por ordem cronológica do mais antigo na base para o mais recente no topo, de um Período=Sistema, nesta caso o Jurássico, unidade da era Mesozóica. Por sua vez os andares estão subdivididos em unidades biocronológicas, tais como Zonas, Subzonas e Horizontes.

     

     

     

     

     

    Este quadro mostra, de uma forma simplificada, a origem dos nomes (designações) dos Períodos=Sistemas, pertencentes às respectivas Eras, e à Escala de tempo bioestratigráfica, que está construída por ordem cronológica do mais antigo na base para o mais recente no topo.

     

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    publicado por ana às 19:09
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       ANA MÁRCIA